O que é CDP e LLDP?

Na camada de enlace (camada 2) da pilha de protocolo TCP/IP existem 2 protocolos que nos ajudam na visibilidade e administração eficiente dos dispositivos diretametne conectados. Dessa forma, surgem protocolos como o CDP (Cisco Discovery Protocol) e o LLDP (Link Layer Discovery Protocol), que operam na camada de enlace  e são utilizados para descoberta de dispositivos vizinhos. Ambos desempenham um papel essencial na identificação dos equipamentos interconectados, permitindo que administradores de rede mapeiem topologias com precisão e diagnostiquem problemas com mais eficiência. Veremos as vantagens e as diferenças entre o CDP e o LLDP, destacando suas aplicações práticas no ambiente de rede. CDP – Cisco Discovery Protocol O CDP é um protocolo proprietário desenvolvido pela Cisco Systems. Ele permite que dispositivos da Cisco, como switches, roteadores e telefones IP, descubram informações sobre outros dispositivos Cisco diretamente conectados. O CDP envia periodicamente mensagens que contêm informações úteis, como: Identificação do dispositivo (hostname) Endereço IP Porta local utilizada Plataforma do dispositivo Versão do sistema operacional Capacidades do dispositivo (por exemplo, se é um roteador ou switch) VLAN da porta Essas mensagens são enviadas usando tramas Ethernet com o Ethertype 0x2000, e o protocolo é ativado por padrão na maioria dos dispositivos Cisco. A comunicação ocorre somente entre dispositivos diretamente conectados (sem roteamento). Vantagens do CDP Integração com dispositivos Cisco: Por ser proprietário, o CDP possui suporte profundo e nativo em praticamente todos os equipamentos Cisco, com grande riqueza de detalhes sobre os dispositivos vizinhos. Facilidade de diagnóstico: Ajuda administradores de rede a diagnosticar problemas de conectividade, como erros de configuração de porta ou cabos incorretos, através de comandos como show cdp neighbors. Gerenciamento centralizado: Quando combinado com ferramentas de gerenciamento Cisco, como o Cisco Prime, o CDP contribui para a visibilidade da topologia da rede. Baixo consumo de recursos: O protocolo é leve, com sobrecarga mínima na largura de banda e nos recursos do dispositivo. LLDP – Link Layer Discovery Protocol O LLDP é um protocolo padrão aberto definido pela IEEE 802.1AB, projetado para funcionar de maneira semelhante ao CDP, porém com interoperabilidade entre diferentes fabricantes. Isso o torna uma alternativa ideal em ambientes de rede heterogêneos, onde há equipamentos de marcas diversas, como Cisco, HP, Juniper, Dell, Huawei, entre outros. Assim como o CDP, o LLDP envia informações de descoberta através da rede usando tramas Ethernet, mas com Ethertype 0x88cc. As mensagens LLDP são chamadas de LLDPDUs (LLDP Data Units), e são enviadas por padrão a cada 30 segundos. As informações transmitidas por uma LLDPDU incluem Nome do sistema Porta local Descrição da porta Capacidade do sistema Informações de VLAN Endereço IP Dados adicionais com extensões, como LLDP-MED (para dispositivos de voz) Vantagens do LLDP Padrão aberto : A principal vantagem do LLDP é sua compatibilidade com equipamentos de diferentes fabricantes, o que o torna essencial em redes mistas. Suporte a extensões: O LLDP é extensível, podendo incluir funcionalidades adicionais como LLDP-MED (Media Endpoint Discovery), utilizado em telefonia IP para informar localização, política de QoS e VLAN de voz. Diagnóstico e visibilidade: Assim como o CDP, o LLDP facilita o mapeamento da topologia da rede e ajuda a identificar problemas rapidamente, por meio de comandos como show lldp neighbors. Configuração e controle granular: O LLDP permite controlar quais informações são enviadas ou recebidas, podendo ser configurado para funcionar somente em interfaces específicas. Diferenças entre CDP e LLDP Embora o CDP e o LLDP tenham propósitos semelhantes e operem de maneira quase idêntica, existem diferenças importantes entre os dois protocolos: Característica CDP LLDP Desenvolvedor Cisco Systems IEEE (padrão aberto 802.1AB) Proprietário Sim Não Compatibilidade Apenas com dispositivos Cisco Multivendor (Cisco, HP, Juniper, etc.) Extensões suportadas Limitado LLDP-MED, DCBX, entre outras Intervalo padrão 60 segundos 30 segundos Ativado por padrão Sim (em dispositivos Cisco) Depende do fabricante/configuração Formato das mensagens Simples e direto Baseado em TLVs (Type-Length-Value) Diagnóstico de rede Muito bom em redes Cisco Ideal em redes mistas Considerações Práticas A escolha entre CDP e LLDP depende amplamente do ambiente de rede onde serão utilizados: Redes com infraestrutura exclusivamente Cisco: O CDP é uma escolha natural. Sua integração nativa com dispositivos Cisco oferece funcionalidades completas e de fácil configuração. Redes heterogêneas (com vários fabricantes): O LLDP é altamente recomendado. Sua compatibilidade universal garante que dispositivos de diferentes marcas consigam trocar informações de forma padronizada. Telefonia IP e dispositivos VoIP: O LLDP com a extensão LLDP-MED oferece recursos adicionais essenciais para a configuração automática de telefones IP, como VLAN de voz, localização do dispositivo e políticas de QoS. Segurança e controle: Ambos os protocolos podem representar riscos de segurança se habilitados em portas desnecessárias ou acessíveis a dispositivos não confiáveis. Por isso, é importante limitar o uso do CDP ou LLDP às interfaces onde eles realmente são necessários, e utilizar listas de controle ou filtros para proteger a infraestrutura de possíveis ataques de spoofing ou coleta de informações indevida. Considerações Práticas O CDP e o LLDP são ferramentas poderosas no arsenal dos administradores de rede. Eles simplificam o gerenciamento de topologias, permitem uma melhor compreensão da infraestrutura física e contribuem para a resolução rápida de problemas. O CDP, sendo proprietário da Cisco, é extremamente eficiente em ambientes homogêneos com equipamentos Cisco. Já o LLDP, por ser um padrão aberto, é indispensável em redes modernas que utilizam dispositivos de múltiplos fornecedores, especialmente quando se busca interoperabilidade, escalabilidade e suporte a recursos avançados como LLDP-MED. Em resumo, a escolha entre CDP e LLDP deve levar em conta a compatibilidade dos dispositivos da rede, os requisitos de descoberta, a interoperabilidade necessária e as políticas de segurança da organização. Em muitos casos, ambos os protocolos podem coexistir, desde que configurados adequadamente, proporcionando o melhor dos dois mundos: visibilidade, controle e flexibilidade. Espero que tenha curtido o texto, foi uma forma simples de explicar para quem não conhece sobre o protocolo. Tamo junto e é só o começo Whatsapp X-twitter Youtube Instagram Linkedin Telegram

Diferença entre Interface Vlan No Firewall e Switch

Salve rapazeada, primeiro artigo de 2025 saindo, tirando toda a preguiça das costas.  O papo de hoje é sobre as diferenças de uma interface VLAN no Firewall e no Switch) . Se você não sabe o que é uma interface vlan, para de ler esse artigo, clica no meu aritgo de vlan link .  Depois você volta pra cá. Em 99% dos casos a interface vlan é utilizada como gateway de alguma vlan do seu ambiente.  Como assim? não entendi.  Pensa assim: em qualquer empresa que tenha o mínimo de organização na área de TI, o ambiente é segmentado.   Existe rede para impressora, telefone(voip), dados, gerência dos dispositivos, Wifi de visitantes, Wifi corporativo, e por aí vai.  Para que essas vlans se comuniquem é necessário fazer o roteamento. Vantagens de uma Interface Vlan no Firewall Podemos usar funções como webfilter, IPS, bloqueios mais personalizados.  Podemos fazer bloqueios ou liberações por grupos do AD.  Podemos criar uma regra específica para essa   Desantagens de uma Interface Vlan no Firewall Você terá que criar vlans em todos os switches até chegar no firewall, se esquecer em algum no meio do caminho, não irá conseguir alcançar o gateway, automaticamente não irá fazer o roteamento.  Terá que passar a VLAN nas interfaces trunks de todos os switches Muitas Regras no Firewall, dificultando a visão da equipe de TI. Vantagens de uma Interface Vlan no Switch A configuração das interfaces vlans responde mais rápido, pois o switch já conhece o ID da VLAN. Se essa vlan for excluída, automaticamente a interface vlan fica em shutdown(desligado). Se o switch tiver redundância, podes usar o protocolo VRRP tranqilamente que funciona bem, eu tenho essa impressão que o HA no switch funciona bem melhor que no firewall. O switch já conhece o arp dos dispositivos de cada vlan que ele tem alcançe. Mac-Address Stick: Em switch de fabricante que presta (Cisco, Juniper, Dell, Huawei, Aruba”nem tanto o ..kkkkk” ). Essa função faz que o switch aprenda o endereço mac do dispositivo que vc conectou na porta” exemplo computador”, se eu tirar esse computador dessa porta e colocar um relógio de ponto, o switch não identifica o relógio e informa que a interface está em shutdown.   Para corrigir isso é necessário vc ativar e desativar a interface, é uma boa função de segurança para os switches.  Desvantagens de uma Interface Vlan no Switch Gerenciamento por ACL: Já atuei em clientes que pra liberar o ping  de uma rede para outra é necessário criar uma ACL, e o ambiente do cliente vai aumentando, fica aquela tela preta cheia de acl pra você manipular. Uma situação que precisa de muita atenção sua. Exemplo abaixo Switch não foi feito pra fazer roteamento: Por padrão, o switch foi feito para atuar somente em camada 2 do TCP/IP. Com o avanço tecnológico ele ganhou várias funções, porém não é a sua principal função ser o dispositivo principal de roteamento do seu ambiente. Isso é função de um roteador ou firewall. Inteface gráfica não é um ponto forte em switches. Se vc quer configurar algo no switch, aconselho a ser via CLI, interface gráfica de switch não é nada prática, trava pra caramba e você demora mais tempo para realizar a sua atividade.  Ta blz Glauco, mas e aí,qual é a melhor opção? Depende, qual o tipo de serviço vai ser utilizado nessa vlan? É só impressão? Tráfego de internet? Relógio de ponto? Câmeras CFTV? Algum serviço muito crítico que não possa parar?  Vc precisa analisar e tomar a decisão, caso tenha dificuldade, me contrata que eu te mostro a melhor solução pro seu ambiente. Email: vgsm@redesnaweb.com  Tamo junto rapazeada, fiquem com Deus e até a próxima  Whatsapp X-twitter Youtube Instagram Linkedin Telegram

PortChannel

Fala rapazeada, tô de volta na área para escrever mais um artigo. Hoje o papo é sobre PortChannel ( também conhecido como etherchannel) Antes de te explicar tecnicamente, irei dar um exemplo prático Imagina que diariamente você pega o seu carro e sai para trabalhar, a rua do seu bairro é lotada e tem apenas uma via, dessa maneira, demora  meia hora.   Como é ano de eleição, o vagabundo do prefeito começa a fazer grandes obras e duplica a via, agora você demora apenas 15 minutos. Essa mesma ideia de duplicação no mundo real você traz no mundo virtual. Imagina interligar um Switch que está no primeiro andar com outro que está no segundo. Você interliga duas interfaces entre eles, caso uma pare de funcionar, a outra mantém funcionando.   Só que para isso funcionar, você precisa fazer os seguintes passos em cada switch. 1 – Escolher as interfaces  2 – Faça um port Range, assim você evitar digitar errado. 3 – Criar um portChannel  4 – Configure em modo trunk o PortChannel É muito raro você ter um ambiente com apenas uma vlan configurada, por isso é importante você deixar em modo trunk o portchannel) Pronto, tudo configurado, é só repetir no switch do outro lado

RSTP Rapid Spanning Tree (802.1w)

Fala rapazeada, hoje vou te explicar o motivo de usar a versão do rapid spanning tree. A primeira versão do STP(Spanning Tree) foi lançada em 1990, há 24 anos, é normal qualquer invenção tecnológica daquela época receber melhorias, com o STP não foi diferente. Essa nova versão é conhecida como Rapid Spanning Tree(802.1W). Os conceitos são os mesmos, caso você não esteja entendo, pare de ler aqui, leia o artigo do STP e depois volte pra cá.   Melhorias no RSTP 1 – Convergência Rápida RSTP reduz o tempo de convergência, levando geralmente de 5 a 10 segundos, em comparação com o STP, que pode levar até 30 segundos. 2 – Melhor Desempenho da Rede Pelo fato de ter um menor tempo de convergência, a topologia da sua rede se adapta rapidamente a mudanças, como falhas de links ou dispositivos 3 – Menor Status de Portas Na primeira versão tem 4 status de porta, na nova tem apenas 3.  Com isso, reduzindo o tempo que o seu ambiente fica parado, agiliza o processo de cálculo para a nova rota e facilita a vida de quem trabalha com TI ( Menos Café e mais cabelo kkk) Olha a tabela abaixo que você vai entender 100% 4 – Menor Dependência de Temporizadores RSTP utiliza a troca de mensagens de status entre os switches para determinar o estado das portas, reduzindo a dependência de temporizadores estáticos. 5 – Compatibilidade com o STP RSTP é compatível com STP, permitindo uma transição gradual em redes que ainda usam o protocolo antigo Boas Práticas no RSTP 1 – Configurar o Switch Core como Root Bridge É extremamente importante definir qual é o switch root do seu ambiente, geralmente é o switch core ou distribuição (dependendo da topologia da sua rede). Essa configuração pode ser feita de duas formas: 1 – Configurar de forma manual colocando a prioridade 0 em todas as vlans. 2 – Ajustando como primary na configuração de root.   2 – Utilize PortFast e BPDU Filter e BPDU Guard Na figura acima mostra o switch de acesso e o core. “Se tu não sabes a diferença entre essas funções, leia esse artigo” No switch de acesso as interfaces INT0/1 e INT0/2 estão conectando equipamentos finais (Computador,impressora, relógio de ponto, AP e outros do mesmo modelo) Esses endpoints não realizam nenhum tipo de solicitação de mudança do protocolo RSTP. Por isso é necessário configurar essas funcões na interface.   2.1 -O que é o PortFast? e BPDU Filter Ele faz com que a interface Ethernet acelere a transição das portas de switch para o estado de encaminhamento (forwarding). Evitando todo o processo  dos estados (discarding, listening, learning) 2.2 -O que é BPDU Filter? O BPDU Filter é uma característica utilizada em redes Ethernet, especialmente em configurações de switch, para filtrar Bridge Protocol Data Units (BPDU). BPDU são pacotes usados por protocolos de árvore de spanning (como STP, RSTP, MSTP) para troca de informações de topologia de rede entre switches. Quando o BPDU Filter está habilitado em uma porta de switch, ele impede que a porta receba ou envie BPDU. Isso é útil em situações onde você deseja desabilitar a execução de protocolos de árvore de spanning em uma porta específica, por exemplo, quando você tem uma topologia de rede onde uma porta está conectada a um dispositivo não gerenciado ou a um host, e não a outro switch. Isso pode ajudar a evitar loops de rede não intencionais ou desnecessários em determinadas partes da rede. 2.3 -O que é BPDU Guard? Ative BPDU Guard em portas de acesso para proteger contra loops de rede ao desligar a porta se um BPDU for recebido, indicando uma conexão inesperada com outro switch. Espero que tenha curtido o texto, foi uma forma simples de explicar para quem não conhece sobre o protocolo. Tamo junto e é só o começo Whatsapp X-twitter Youtube Instagram Linkedin Telegram

Como funciona o Spanning Tree Protocol?

STP – Spanning Tree Protocol  O protocolo Spanning Tree Protocol (STP) é uma protocolo usada em redes de computadores(camada 2) para evitar loops, que são ciclos infinitos de tráfego que podem sobrecarregar a rede, bloqueio e  problemas nas portas. Vou te explicar isso de uma forma simples:  Imagine que tu tens que fazer uma viagem de carro de São Paulo para o Rio de Janeiro. O caminho mais curto (Root Port) vai demorar um pouco mais de 5 horas. Conforme a imagem abaixo.   Porém, antes de pegar a estrada, tu ficaste sabendo, pelo noticiário (BPDU) que houve um problema na estrada do Rio de Janeiro, e agora terá que pegar o caminho mais longo, passando por Minas Gerais. Assim, a viagem vai ficar mais demorada, entretanto, nós iremos conseguir chegar ao destino. Abaixo está o novo trajeto o STP (Spanning Three) surgiu com o intuíto de evitar loops em cada de enlace”Camada 2″ e  levar o tráfego de origem até switch raiz(switch root) no menor caminho. Os switches se comunicam trocando mensagens de BPDU (Bridge Protocol Data Unit). Assim, caso ocorra alguma modificação na topologia, ele consegue montar o caminho mais curto até o switch raiz(switch root). Tipos de portas do STP Edge Port São as portas conectadas somente as hosts em camada 2 (L 2). Esse tipo de porta não realiza modificação no protocolo, por isso habilitados o (PORTFAST).  As interfaces INT 0/1 e INT 0/2 são modo EDGE Root Port São as portas com o melhor caminho para chegar ao ROOT BRIDGE ou conectando a outro switch de acesso Cada switch tem uma ROOT Port. A INT0/24 é a root port Designated Port A porta recebe os frames e encaminha para os switches abaixo na árvore da topologia. Exemplo na figura abaixo Eleição de um Switch Root O protocolo faz a eleição de um switch root no ambiente, ou seja, todas as requisições de frames que o seu switch não conheça, serão enviadas até ele. No switch root(raiz) não tem nenhuma porta bloqueada. Todas são root port Existem duas formas de ser elegar um switch raiz. 1 – De forma automática: Menor MAC Address Quando os switches do seu ambiente são ligados eles trocam BPDUs. Nessa troca cada switch informa a sua priridade. Por padrão, a prioridade 32768. Se tu não configurar a prioridade, os switches que receberem quadros BPDUs de outros Switches e irão verificar qual deles possui o menor Mac Address. Após elegerem o switch root, irão parar de enviar BPDU, caso ingresse outro switch no seu ambiente, irá ocorrer novamente o mesmo processo. Essa eleição de forma automática  não é a uma boa prática utilizada no mercado, pois um switch de acesso por ser eleito como root. Se isso ocorrer, portas indevidas podem ser bloquadas e prejudicando o tráfego no seu ambiente. 2 – Configurar a prioridade mais baixa no Switch Core da Rede Configuramos a prioridade zero para todas as vlans no protoclo Spanning Three(STP) no switch core. Assim, todos os switches que entraram na rede vão receber BPDU informando a prioridade mais baixa, assim orientamos o STP e não haverá mudanças na sua topologia quando inserir um novo switch. Essa é a uma boa prática utilizada no mercado, porque o switch core é eleito como root. Fundamentos do STP Estatus da Porta (Port States) DISABLE: Porta está desabilitada manualmente(shutdown) BLOCKING: A porta está habilitada, porém não está passando nenhum tráfego nela, o protocolo bloqueou a porta para evitar loop. LISTENING: A porta teve uma mudança de status, saiu do modo blocking, podendo enviar e receber BPDU. LEARNING:A porta recebeu um novo tráfego BDPU e modificou a sua tabela mac address. Esse status não encaminha nenhuma rede, apenas aprende. FORWARDING: A porta está encaminhando o tráfego de rede. BROKEN: O switch detectou um problema, é necessário investigar se é cabeamento ou configuração. Versões do Spanning Three Conforme a evlução tecnológica, o protocolo foi recebendo melhorias e adicionando características no seu ambiente. Porém, os conceitos se mantém para todas as versões. É igual andar de bicicleta, depois que tu aprende, é raro esquecer, porém tem bicicletas com freio a disco, muitas marchas, de fibra de carbono e outras melhorias, mas a sua principal função é ser um veículo prático.  Todas as informações citadas são referentes a primeira versão lancaça em 1990 (IEEE 802.1D).  Abaixo tem a tabela com as outras versões que irei explicar em outros artigos, não quero deixar essa muito longo, senão tu vai embora do meu site e eu perco grana.   Espero que tenha curtido o texto, foi uma forma simples de explicar para quem não conhece sobre o protocolo. Tamo junto e é só o começo Whatsapp X-twitter Youtube Instagram Linkedin Telegram